FAQ

1. Como atualizar a senha do mantenedor?

A atualização pode ser iniciada na página Mntner. Em submissões diretas de objetos mntner, novas senhas devem usar BCRYPT-PW ou MD5-PW. CRYPT-PW permanece aceito apenas para objetos legados.

2. Como alterar, incluir ou remover objetos?

O TC IRR aceita submissões pelo fluxo tradicional via e-mail para auto-dbm@bgp.net.br ou pela API compatível com IRRd em https://bgp.net.br/v1/submit.

Para alterar um objeto existente, consulte a versão atual no WHOIS, remova atributos gerenciados pelo servidor, como changed, last-modified e rpki-ov-state, e submeta o objeto com os demais atributos necessários.

Referências técnicas sobre IRR e submissão de objetos:

    https://wiki.brasilpeeringforum.org/w/Cadastrando_seu_ASN_no_IRR_TC

    https://www.radb.net/support/tutorials.php (ver "Managing Objects Through Email")

    https://ix.br/ixforum/9/slides/ixbr9-irr.pdf


Para detalhes sobre a API de submissão, consulte a documentação do IRRd.

3. Como remover o meu AS do TC IRR?

A remoção pode ser iniciada na página Mntner. A operação remove os objetos associados ao mantenedor do ASN na base TC.

4. Como visualizar os objetos que foram publicados pelo Wizard?

Use o WHOIS para consultar o ASN, o mantenedor ou os objetos route/route6 publicados. Na linha de comando, também é possível usar consultas inversas, por exemplo: whois -h bgp.net.br -s TC -i mnt-by MAINT-AS<ASN>.

5. Enviei um e-mail para db-admin@bgp.net.br, mas não tive resposta. O que fazer?

O suporte ao TC é prestado em regime de melhor esforço, conforme a disponibilidade dos responsáveis pelo projeto. Não há garantia de prazo para resposta ou resolução.

Antes de entrar em contato, consulte esta FAQ e a documentação pública indicada nela. Mensagens sobre dúvidas já respondidas nesses materiais poderão não receber resposta.

Para facilitar a análise, inclua ASN, objeto RPSL envolvido, operação pretendida, mensagens de erro retornadas pelo sistema, horário aproximado da tentativa e procedimentos já executados. Solicitações sem contexto técnico suficiente podem exigir nova interação antes de serem tratadas.

6. O que é a base DELEGATED?

DELEGATED é uma fonte auxiliar mantida pelo TC a partir de dados públicos de delegação de recursos. Ela não substitui uma base IRR pública de política e não deve ser tratada como publicação voluntária de política de roteamento. Seu uso principal é dar contexto técnico a consultas envolvendo ASNs e prefixos brasileiros.

7. Como o RPKI é usado no TC IRR?

O IRRd pode calcular e exibir o estado RPKI dos objetos route/route6 por meio do atributo rpki-ov-state. Estados como valid, invalid, not_found ou unknown indicam a relação entre prefixo, origem e VRPs disponíveis no momento da validação. O TC IRR não publica ROAs; a criação e manutenção de ROAs deve ser feita junto ao RIR/NIR responsável pelos recursos.

8. O que o Analysis verifica?

O Analysis compara informações observadas em BGP, objetos IRR, delegação de recursos, RPKI e fontes externas quando necessário. IRR é exibido como declaração de política ou intenção de roteamento, não como autorização de origem. O objetivo é apontar inconsistências operacionais, como prefixos sem objeto correspondente, declaração IRR diferente da origem BGP, ausência de ROA ou diferenças entre fontes IRR.

9. Qual é a diferença entre auto-dbm e db-admin?

auto-dbm@bgp.net.br é o endereço de processamento automático de objetos RPSL. Envie para ele inclusões, alterações ou remoções de objetos. db-admin@bgp.net.br é o contato administrativo para dúvidas, análise de falhas e assuntos que não sejam submissões diretas.

10. Por que um objeto route/route6 pode ser recusado?

Recusas normalmente estão associadas a sintaxe RPSL inválida, mantenedor incorreto, credenciais ausentes, contato role/person inexistente, origem incompatível com as regras operacionais do TC, prefixo não compatível com os dados de delegação ou tentativa de publicar objeto proxy. Consulte o retorno do IRRd e confira o objeto atual pelo WHOIS antes de nova submissão.

11. O TC aceita objetos proxy?

Não. Objetos aut-num, route e route6 devem estar associados ao AS responsável e ao mantenedor correspondente. No Wizard, essa regra é aplicada antes da submissão, pois o fluxo gera apenas objetos compatíveis com os dados validados. Em submissões manuais por e-mail ou API, o IRRd processa o objeto e as rotinas operacionais do TC verificam posteriormente mantenedor, origem e delegação; objetos incompatíveis podem ser removidos automaticamente.

12. Quem mantém os projetos do bgp.net.br?

O TC IRR é uma iniciativa independente, mantida com trabalho voluntário, recursos próprios e apoio da comunidade, sem vínculo institucional direto com entidade ou empresa. Mais informações estão disponíveis em Sobre.

13. Por que o TC não tem uma interface para administração dos objetos IRR semelhante ao RADB?

O TC prioriza os fluxos padronizados de IRR: submissão por e-mail, API compatível com IRRd e consultas WHOIS. Interfaces adicionais podem ser evoluídas gradualmente, desde que preservem as verificações técnicas e operacionais da base.

14. Política de uso

As regras vigentes estão nos Termos de Uso e na Política de Privacidade. Em resumo, objetos proxy não são permitidos: todo objeto aut-num deve ter um mntner do mesmo AS e todo objeto route/route6 deve ter um mntner do mesmo AS, além de corresponder a prefixos alocados ou delegados para esse AS.

15. Como corrigir referência ausente a role ou person?

O IRRd exige que atributos que referenciam contatos apontem para objetos role ou person existentes na base. Se a submissão for recusada por referência inexistente, atualize ou recrie o mantenedor pela página Mntner, ou inclua previamente os objetos de contato exigidos.

16. Onde encontro os termos e a política de privacidade?

Os documentos vigentes estão em Termos de Uso e Política de Privacidade. Eles descrevem as regras de uso do serviço, tratamento de dados, logs, formulários e contatos operacionais.

17. Colaborando com o TC

O TC é um projeto independente, mantido com trabalho voluntário e apoio da comunidade. Atualmente, parte da infraestrutura utilizada pelo serviço é cedida sem custos, mas essa disponibilidade não é permanente nem garantida.

Caso seja necessário migrar o TC para uma plataforma comercial, haverá despesas recorrentes de hospedagem, além dos custos já existentes com domínios e outros recursos essenciais. As contribuições recebidas ajudam a manter esses serviços básicos.

Um apoio mais amplo ou recorrente ajuda a reduzir a dependência da infraestrutura cedida, planejar alternativas de hospedagem e dar maior continuidade ao projeto. Se o TC é útil para você ou para sua organização, considere contribuir. Toda contribuição é voluntária e destinada à manutenção e à continuidade do serviço.

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